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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Textos escritos

"(...) como a vossa vida vai ser muito longa, sentai-vos no vosso trono a olhar a olhar o mar, pois só dali poderá vir alguma surpresa que vos distraia e entretenha. "

Escreve um pequeno texto a contar que surpresa terá tido o rei.



 A surpresa do rei

No dia 8 de janeiro o rei estava a olhar para o mar, quando o seu mordomo abriu a porta e o informou que a sua mulher tinha falecido.
O rei nunca tinha sabido que a sua mulher tinha falecido, ele sentiu-se mal por, não ter conseguido protege-la.
O rei nunca se tinha sentido, tão mal e só.
E depois o seu conselheiro conseguiu o animar um pouco, e essa missão correu bem.

Guilherme
A Tristeza do rei

Ao meio  dia o Rei estava a almoçar e de repente o telefone dele toca. Quem lhe ligou foi a mãe da mulher dele a dizer que a sua mulher se tinha sentido mal e foi para o Hospital, mas na ida para o Hospital ela faleceu. Depois de o Rei ouvir isto ele ficou triste e sentiu-se ainda mais só. No dia seguinte pelas 16:00 horas o Rei foi ao funeral dela e fartou-se de chorar. O conselheiro e o Malabarista do Rei vieram dizer que tinham muita pena .O Rei a partir daí trancou-se no quarto e nunca mais saiu.


Ema


                               A surpresa do rei
O rei Manuel estava a olhar para a mar.
De repente o rei Manuel viu uma coisa estranha.
O rei Manuel estava à procura de um barco e mais a frente estava um barco. Ele pôs o barco no mar e foi ver.
Ele viu uma ilha e nadou até lá,  pôs o barco ao pé da árvore.
Atrás dele tinha uma sereia. Eles depois estavam a conversar e o rei gostou muito da sereia.
O rei ficou menos só.

Gabriela


A prenda do rei

Um dia o rei estava sentado no seu trono, todo elegante a olhar para o mar.
No mar estavam peixes, algas, flores e muitos golfinhos.
Para o rei eram engraçados mas gostava de ter uma companhia.
De repente apareceu, no mar, o cão.
O rei achava muito estranho haver um cão no mar.
Passado um tempinho, o rei decidiu ir chamar os mordomos para eles irem buscar o cão.
O rei, primeiro, teve medo mas depois queria dar uma festinha ao cão.
Primeiro, o rei mandou os mordomos irem verificar se o cão não mordia e não tinha nenhuma doença.
Como o rei gostava muito de cães, deu-lhe uma oportunidade de ficar com ele no castelo e chamou-lhe Rofi.
Com o tempo ficaram muito amigos e o rei já não estava triste.

Fim

Mariana


A surpresa do Rei!!!

 No dia 5 de janeiro, o rei estava a passear e começou a ouvir vozes da sua mulher que já tinha falecido e depois o rei foi logo a correr para o castelo, todo feliz, a pensar e a dizer:
-Será que a minha mulher ainda está viva?
 E depois o rei foi perguntar aos seus conselheiros o que devia ele fazer para não se sentir tão triste e só. Depois rei foi chamar o bobo da corte para o animar e de repente a mulher do rei apareceu e o rei ficou tão feliz da vida como nunca.

Vasco



A surpresa do rei

Era uma vez um rei que se chamava Baltazar. Ele foi lá fora e... de repente apareceu uma sereia que se chamava Catarina. A sereia nadou até ao rei ele pergunto-lhe:
- De onde é que vens?
- Eu vim de um palácio. - respondeu a sereia.
- Olha, tenho uma surpresa para ti.Foi o meu pai que me disse para te dar.
O rei ficou muito feliz e pensou:
- O que será?
O rei desembrulhou a caixa e estava lá um gato.
O rei ficou feliz e a partir daí nunca mais se sentiu só.


fim
Inês


                 
  A guerra

Quando o rei estava sentado no seu trono a olhar o mar, viu um barco francês. Os franceses saíram do barco e começaram a atirar flechas, e os homens do rei foram lutar com eles. Eram 1000 franceses e 230 000 portugueses. No final da guerra os portugueses ganharam. O rei, contente, foi ao barco, mas não encontrou ouro ou diamantes só encontrou armas. O rei ficou feliz. 


Emanuel


A surpresa do Rei

Passado alguns anos o rei teve uma surpresa . Enquanto navegava no seu navio, um empregado disse ao rei: 
– Senhor tenho uma notícia para si. 
O rei queria ir a Nova York 
– Senhor, a notícia é que estamos a ir para Nova York.
O rei ficou tão feliz que nunca esteve mais feliz .

David


   



    
















sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A princesa baixinha

A princesa baixinha
A princesa baixinha foi à aldeia e todos faziam troça dela, porque ela era baixinha, falavam baixo,  mas ela no  seu cavalo  ouvia tudo, mesmo  o mais baixo possível. Então a Catarina (assim se chamava ela) foi ao castelo da avó que era muito boa para ela e sentou-se ao seu colo  e disse:         
 - Porque é que eu sou baixinha?  Não devia ser princesa, porque eu sou muito baixa.                                                     
 -Isso não  interessa, o teu avô também era baixo e fez grandes coisas, como ir para a guerra.                             
  - Então vou ajudar quem precisa.      Preparou um saco com um espelho e uma escova, porque uma princesa tem de andar sempre bonita,  três caramelos para quando estiver triste,  um arco e uma flecha para o caso de encontrar um  inimigo e uma moeda porque pode dar jeito. 
A Catarina partiu, depois de atravessar duas montanhas, três bosques e um deserto.  Chegou a uma aldeia em que todos os dias às três horas, era atacada por  um dragão. Então a Catarina tirou do saco a flecha e o arco e disparou para a barriga do dragão:
- Ai!!!Ai!!! Isso dói !
- A tua dor é pequena porque a flecha é pequena, se voltares a ameaçar os meus amigos eu volto com uma maior.
E o dragão fugiu a sete pés, Catarina meteu pés ao caminho e depois de atravessar um deserto, duas montanhas e três bosques chegou a uma aldeia que sofria ataques de aves más. A Catarina subiu a montanha onde elas moravam e ao ver que eles eram tão feios lembrou-se do espelho que a avó lhe dera. Tirou-o do saco,  dirigiu-se ao chefe que era o mais feio, mostrou-lhe o espelho e fugiram logo.
 Então sentiu-se triste, lembrou-se dos caramelos da avó e tirou um, mas um não chegou, então tirou o segundo e o terceiro. Depois pôs os  pés ao caminho mais contente.
 Chegou a uma aldeia, ia comprar um biscoito mas não havia nada. Na verdade havia uma padeira mas não havia farinha. Haver havia só que um bruxo lançou um feitiço  e ninguém conseguia abrir os sacos.
 - Pois vocês não, mas eu sim, com os meus dedos pequeninos… 
Deu comida à aldeia inteira. É claro que o padeiro  fez um grande  biscoito para ela, que logo retribuiu com a sua moeda de ouro. Depois voltou ao castelo da avó.
A avó, da janela,  dizia:
- Ir para a guerra toda a gente vai mas ser pequena e ao mesmo tempo grande não é fácil.               

 fim
Escrito por Carmo Costa

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A princesa baixinha

Era uma vez uma princesa muito bela mas que sofria imenso por ser baixinha. Era tão pequena que aos quatros anos parecia ter só dois e aos 8 anos parecia só ter 6. Sempre que ia passear no seu pónei, as outras crianças troçavam dela,  dizendo que era pequena como um cogumelo e baixinha como relva. Os jardineiros diziam que ela parecia um bonsai. E ainda havia outros que sussurravam dizendo que era baixinha demais para ser uma princesa verdadeira e que as princesas a sério tinham que ser altas e elegantes. Claro diziam tudo em voz baixa mas a princesa conseguia ouvir e ficava muito triste.
Um dia a princesa Catarina, pois era assim o seu nome, foi visitar a rainha avó. Enroscou-se no seu colo e perguntou porque é que ela era tão baixinha e também lhe perguntou porque toda a gente fazia troça dela.  A rainha avó disse-lhe que era porque as pessoas não faziam nada de nada e disse-lhe que o seu avô também era baixinho e que tinha feito coisas muito importantes. Depois a princesa perguntou que coisas tinha feito. A rainha avó disse que ele tinha combatido com os inimigos e era por isso que viviam em paz. Depois a princesa disse que também queria fazer coisas importantes. A rainha avó achou muito bem e preparou-lhe logo uma trouxa com coisas que ela ia precisar para fazer a viagem: um arco e uma flecha para o caso de encontrar um inimigo, uma moeda de ouro porque dá sempre jeito, um pente e um espelho para estar sempre bonita e três caramelos para o caso de se sentir triste. A rainha avó ajeitou a coroa na cabeça da princesa e deu-lhe um beijo…
A princesa atravessou três bosques, duas montanhas e um deserto. A primeira aldeia que atravessou foi uma aldeia invadida por um dragão mas a princesa conseguiu afugentar o dragão. A segunda aldeia que ela atravessou tinha um problema com os sacos de farinha. O problema era que um bruxo tinha ido à aldeia e tinha lançado um feitiço nos sacos de farinha. O feitiço era que os sacos de farinha estavam com nós muito difíceis de desapertar mas a princesa conseguiu desapertar os nós e toda a gente ficou muito feliz.
Depois foi ter a uma aldeia que estava ameaçada por um bando de condores.
Sem lhe prestar atenção a princesa Catarina partiu para a montanha. Mas enquanto a princesa Catarina trepava pelas pedras ia pensando, insegura,  o que é que ela ia fazer. Ao chegar ao topo daquela montanha e ao encarar os condores, achou-os tão feios, mas tão feios, que teve uma ideia. Tirou do saco o espelho que tinha trazido e aproximou-se do chefe dos condores, que era o mais feio de todos. Curioso, o condor esticou o pescoço para ver o que a princesa tinha na mão. Então olhou para a sua imagem e ficou tão assustado ao ver como era feio que desatou a voar e os outros foram atrás dele jurando nunca mais voltar. Depois desceu da montanha e ajeitou a coroa e voltou a partir. Desta vez foi para casa. Quando chegou da viagem entrou no castelo e foi recebida com gritos de alegria.

Um belo resumo elaborado por

Márcia Simão







A princesa baixinha


 Era uma vez uma princesa muito baixinha, e todos gozavam com ela por ser muito baixinha, falavam baixo,  mas ela ouvia na mesma. Então Catarina foi ter com sua avó e perguntou-lhe:
 - Porque é que eu sou pequenina e não sei fazer nada?
A avó disse-lhe que o avô era baixinho e foi para a guerra por isso está em paz.
Então ela também quis ajudar as pessoas. A avó preparou-lhe a mochila com um arco e flecha, três caramelos, uma moeda de ouro,  um espelho e um pente.   
Ela andou, andou até que chegou a uma aldeia que estava a ser atacada por um dragão. Falou com o chefe da aldeia e disse que tinha um arco e flecha para matar o dragão. Então chegou ao pé do dragão e atirou uma flecha para a barriga e ameaçou-o.
Depois gritaram todos grande princesa.

Catarina Ferreira

A princesa baixinha

Era uma vez uma princesa que era muito bonita só que era baixinha. A princesa passeava no seu lindo pónei, e as crianças troçavam:
- É pequenina como um cogumelo e baixinha como a relva.
Os jardineiros diziam que ela mais parecia um bonsai, que é uma daquelas árvores muito baixinhas. Outros sussurravam: ’’ - É baixinha demais para ser uma verdadeira princesa, uma princesa tem de ser alta e elegante.
Claro diziam tudo em voz baixa para ninguém ouvir mas ela ouvia e ficava muito triste.
Um dia a princesa Catarina – assim se chamava ela foi ter com a sua avó,  sentou-se o colo dela e pergunto-lhe:
- Porque é que eu sou tão baixinha? E porque é que todos fazem troça de mim? - perguntou ela.
– O teu avô também era baixinho e fez coisas muito importantes.
Então ela disse à sua avó:
-Então eu também quero fazer coisas importantes.
Então a avó disse que estava bem e:
- Então vou te dar as coisas de que vais precisar na viagem. A avó foi buscar um arco e uma flecha pois podia aparecer um inimigo, uma moeda de ouro porque dá sempre muito jeito, um pente e um espelho para estar sempre bonita e três caramelos no caso de se sentir triste ou sozinha.
Atravessou três bosques, duas montanhas e um deserto chegou a uma aldeia que estava atormentada por um dragão. Os habitantes passavam a vida trancados em casa. A princesa não tinha medo do dragão. Subiu a montanha e lançou a flecha com o arco contra à barriga do dragão.
-Ai, ai, isso dói. - gritou ele. A princesa disse-lhe:
-Esta flecha é pequenina e a dor também é pequenina mas se continuares a tratar mal os meus amigos trago uma maior. E os habitantes da aldeia ficaram tão felizes que até gritaram:
-Oh grande princesa!!!!!
Toda satisfeita foi-se embora e atravessou de novo três bosques, duas montanhas e um deserto. Até que chegou a aldeia, ia cheia de fome, então pensou “ - Vou comprar um biscoito com a moeda que a avó me deu.
Só que não havia farinha, tinha sido um bruxo que tinha atado muito bem os sacos de farinha que ninguém da aldeia conseguia desatar mas a princesa foi ver esses sacos e conseguiu desatar os sacos com as suas mãos muito hablidosas. O padeiro foi logo fazer um biscoito para a princesa e ela retribuiu-lhe com a moeda de ouro. Toda a gente agradeceu. A princesa foi-se embora depois de atravessar três bosques, duas montanhas e um deserto chegou a outra aldeia que estava ameaçada pelo um bando de Condores e os habitantes disseram que todos os dias, às três da tarde eles voavam até á aldeia e devoram tudo o que eles tinham e ninguém consegue expulsá-los da montanha.  A princesa disse:
- Eu vou. – e os habitantes disseram:
- Com esse teu tamanhinho, como é que julgas que enfrentas os condores?– duvidaram eles.
Sem lhes dar atenção partiu pela montanha mas enquanto trepava pelas pedras pensava “ Ai, ai o que eu faço agora?”. Então a princesa Catarina enfrentou os condores. Eles eram tão feios que a princesa teve uma ideia. Tirou o espelho da mala e o chefe esticou o pescoço para ver o que ela tinha na mão. Então ele viu que era tão feio que saíram todos a voar jurando nunca mais voltar. Os habitantes todos contentes gritaram:
- Ah grande princesa,  livraste-nos daqueles monstros.
 A princesa sentiu-se um pouco perdida então lembrou-se que tinha os caramelos que a avó lhe deu e depois de ter comido os três caramelos sentiu-se muito melhor. Ajeitou a coroa na cabeça e voltou a partir só que foi para casa. De novo atravessou desertos, montanhas e bosques. Quando a princesa entrou no castelo ouviu grandes gritos de alegria:
- Viva a grande princesinha. É mais forte do que 100 cavaleiros

 Escrito por Juliana Afonso

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

História criada pela Gisela...

Escrita de textos

Era uma vez, um rei e uma rainha que viviam muito sozinhos no seu castelo. Eles não tinham filhos. Um dia um adivinho veio ao castelo e disse à rainha:
- O teu maior desejo irá realizar-se. Terás uma filha dentro de um ano!
 O desejo da rainha realizou-se, deu á luz uma linda menina muito bonita. O rei ficou louco de alegria, e decidiu dar uma grande festa. Além de muitos convidados decidiu convidar também apenas doze das treze fadas do reino porque só tinha doze pratos de prata. Quase no fim da festa, a décima terceira fada entrou pela sala:
- Que ofensa, porque é não me convidaram, a filha do rei morrerá picando-se num fuso! Ah, ah, ah, ah, ah!
Uma das fadas disse:
-Infelizmente, não posso quebrar o feitiço, mas posso torná-lo mais leve. A vossa filha não morrerá, mas irá dormir durante cem anos.
Passaram-se quinze anos, tudo parecia correr bem, quando um dia, aproveitando a ausência dos pais, a princesa resolveu ir à velha torre do castelo. Depois de passar horas a ver os sítios mais escondidos da torre misteriosa, depois quando chegou ao sótão e viu lá uma velhinha a fiar muito calmamente:
- O que esta a fazer? – perguntou ela.
- Estou a fiar, minha menina, estou a fiar!
- Vou experimentar – Mal tocou no fuso adormeceu e caiu em cima da cama e adormeceu!
Passado muitos anos veio um príncipe de outro reino à cidade, subiu as escadas da torre, abriu a porta do sótão e beijou a linda princesa, ela abriu os olhos e o rei deu uma grande festa e casaram-se.


Fim